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Sinusectomia

A sinusectomia ou cirurgia para sinusite é um dos possíveis tratamentos para pacientes diagnosticados com sinusites de repetição, sinusites crônicas, polipose nasal e até em casos de tumores nasais.

A indicação para ser submetido a uma sinusectomia deve vir de um otorrinolaringologista e o mesmo deve fazer uma avaliação completa da saúde do paciente antes de indicar a cirurgia. Exames clínicos (nasofibrolaringoscopia) e de imagem, como a tomografia da face, ajudam na investigação do quadro.

Antes de aprofundarmos a explicação sobre a funcionalidade da sinusectomia, entenda as doenças que são tratadas por meio desta cirurgia. Como mencionado, uma das condições clínicas mais comuns que podem ter indicação da cirurgia é a sinusite ou rinossinusite crônica.

Quando optar pela sinusectomia?

A rinossinusite consiste na inflamação dos seios paranasais e da cavidade nasal. Os seios paranasais são cavidades ou espaços recobertos por mucosa e estão localizados nos ossos da face e que apresentam comunicação direta com a cavidade nasal. Localizam-se na região da testa, ao redor dos olhos e das bochechas.

Por ser repleta de mucosa, pode facilmente ser atingida por processos inflamatórios — sejam eles infecciosos ou quadros alérgicos. Essa inflamação pode levar à obstrução da via de drenagem natural para o nariz, resultando em dor na face, congestão nasal e secreção purulenta.

É muito comum que, antes de indicar uma sinusectomia, o otorrinolaringologista opte por tratamentos medicamentosos com anti-inflamatórios e antibióticos. Entretanto, quando o quadro não evolui de forma positiva, a cirurgia passa a ser uma opção para esses pacientes.

A sinusite pode ser aguda, crônica ou de repetição e além dos sintomas já mencionados, os pacientes costumam relatar as seguintes condições:

  • Obstrução nasal;
  • Respiração bucal;
  • Dor de cabeça;
  • Dor facial;
  • Secreção descendo atrás do nariz para a garganta;
  • Secreção mucopurulenta;
  • Perda do olfato
  • Tosse

A sinusite pode afetar um ou mais seios da face – quando atinge vários, é chamada de pansinusite. Também pode acometer um ou os dois lados do rosto. Existem causas não infecciosas (às vezes ocorrendo juntamente com alergias) e causas infecciosas – decorrentes de vírus, bactérias e fungos. Por isso é fundamental que o paciente, assim que apresentar um dos sintomas mencionados, procure um especialista.

Na Clínica Otorrino Garrafa, o paciente tem acesso a profissionais gabaritados para tratar sua rinossinusite por meio da sinusectomia. Agende uma consulta com um de nossos otorrinolaringologistas.

É muito comum ouvirmos pessoas dizerem que têm rinite e sinusite sem ao menos terem se consultado com um especialista. Para um diagnóstico preciso e, assim, tratamento adequado, é necessário avaliação com um otorrino para investigação e confirmação do diagnóstico. Isso se faz necessário quando os sintomas são persistentes e os tratamentos são insuficientes e não respondem mais como o esperado.

Na Clínica Otorrino Garrafa todos os consultórios são equipados com exame de nasofibrolaringoscopia, que se trata de uma endoscopia nasal capaz de auxiliar o médico no diagnóstico de rinossinusites e polipose nasal.

Para a indicação da sinusectomia, outros exames serão necessários, entre eles o mais comum é a tomografia dos seios da face e, eventualmente, uma ressonância magnética.

Dependendo do grau de infecção dos seios da face, do tempo de evolução da rinossinusite e do quadro clínico do paciente, poderá ser indicada a cirurgia de sinusectomia.

Por se tratar de uma doença em que a secreção não é eliminada de forma natural, a sinusectomia tem como objetivo a abertura, drenagem e a aeração dos seios paranasais. Com isso, permite-se que os seios da face permaneçam abertos para drenar possíveis acúmulos de muco e pus, além de facilitar a penetração de medicações e soro fisiológico, auxiliando na recuperação e prevenção de processos inflamatórios e infecciosos.

A sinusectomia apresenta uma variação muito grande na complexidade da sua execução. Dependendo de alguns fatores, como quantidade de seios acometidos, proximidade com estruturas importantes do rosto como olhos e vasos sanguíneos, tempo de doença e gravidade do caso, podem ser realizadas intervenções mais leves e seguras até casos com complexidade maior e risco cirúrgico mais elevado.

A tomografia dos seios da face previamente à cirurgia e a nasofibrolaringoscopia auxiliam o cirurgião a determinar a extensão da cirurgia. O procedimento é feito em centro cirúrgico de hospitais com estrutura própria para otorrinolaringologia, como nos quais estão credenciados os otorrinolaringologistas da Clínica Otorrino Garrafa.

Assim como qualquer procedimento cirúrgico, são necessários exames complementares pré-operatórios antes da realização da sinusectomia. Os mais comuns são: hemograma completo, coagulograma, Rx torax, eletrocardiograma além das avaliações de outras especialidades, como cardiologista e o anestesiologista, a depender da idade e condição clínica do paciente.

A sinusectomia é realizada com anestesia geral na grande maioria dos casos, tanto para minimizar os riscos de complicações, quanto para oferecer mais conforto ao paciente.

O tempo de internação depende de cada caso, da recuperação do paciente após a cirurgia e das técnicas aplicadas, porém, não costuma exceder 24 horas. Também é comum que outras cirurgias sejam realizadas em conjunto com a sinusectomia, tais como a septoplastia e a turbinectomia.

O tempo em ambiente hospitalar e a combinação de técnicas cirúrgicas é explicada pelo médico ao paciente durante a consulta pré-cirúrgica.

A forma mais moderna de realizar a sinusectomia é por videoendoscopia, em que uma câmera é acoplada no endoscópio que percorre toda a cavidade nasal e ajuda o cirurgião a visualizar, sem a necessidade de nenhuma incisão externa, os óstios de drenagem dos seios da face.

Na existência de polipose nasal, os pólipos são removidos no mesmo ato cirúrgico, auxiliando também no acesso aos seios paranasais. Quando existem lesões suspeitas ou tumores, esses são retirados e enviados para análise patológica.

A sinusectomia por videoendoscopia tem duração variável e o paciente é liberado à retomada de atividades que envolvam exercícios intensos em 30 dias, em média. Para isso é preciso que o mesmo siga à risca todas as orientações médicas após a cirurgia de sinusectomia e compareça em todas as consultas de retorno.

Os cuidados pós-operatórios da sinusectomia são focados na melhora da cicatrização e na minimização de sintomas. Após a cirurgia, sangramentos leves e intermitentes, dor facial leve e obstrução nasal são as condições normais de uma recuperação pós-operatória.

Todos esses sintomas são controlados com a administração de analgésicos e anti-inflamatórios, além de uma lavagem nasal constante com soro fisiológico várias vezes ao dia.

Para que a recuperação seja mais rápida e efetiva o paciente deve se ater aos seguintes cuidados:

  • Lavar o nariz com soro fisiológico de forma abundante, conforme orientação médica;
  • Evitar exposição solar, fazer uso de todos os medicamentos prescritos pelo otorrinolaringologista (é comum necessitar de antibiótico e anti-inflamatório após a cirurgia);
  • Alimentar-se com alimentos preferencialmente frios nos primeiros dias após a sinusectomia e realizar compressas frias no rosto em caso de inchaço e pequenos sangramentos.

Passados 30 dias da sinusectomia o mesmo está liberado para retomada total da rotina. Vale ressaltar a importância de fazer a cirurgia com equipe especializada, diminuindo riscos ao paciente e proporcionando melhores resultados no pós-operatório.

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